O espantalho faz o seu trabalho: espanta o corvo, que é um estorvo. O corvo põe um ovo, monta uma tenda e abre uma fenda para um mundo novo. Mas vai haver molho...por causa do olho. O corvo Vicente, o espantalho inocente, o olho dormente, adeus ao passado, saiam da frente, que agora é a gente quem faz o presente! Um espetáculo de teatro e música que faz perder o medo das alturas e das altezas.
A bandoneonista Louise Jallu é um nome em ascensão no jazz europeu, mas nem só de jazz se faz o seu percurso. O novo disco da francesa chama-se Tanz e no alinhamento incluem-se obras de Bach, Chopin, Schubert, Satie, Schuman, Piazzolla, Delfino e composições da própria, o que revela o seu enorme desejo de transcender vários géneros. No seu trabalho, Louise Jallu entra em diálogo e presta devoção aos seus antecessores, renovando a sua identidade e conquistando públicos diversos, salas e festivais por toda a europa.
És tu quem traça o teu futuro!
Na Escola Profissional de Música de Espinho vamos acolher-te e proporcionar-te todas as ferramentas para um percurso académico completo e didático.
A Academia de Música de Espinho informa que se encontra aberto o período de candidaturas ao Curso Básico de Música para o ano letivo 2026/2027.
Entre os vários projetos musicais que Carlos Bica lidera, o seu trio AZUL com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black, tornou-se na imagem de marca do contrabaixista e compositor. Foi com estes dois músicos que fazem já parte integrante da personalidade musical do projeto, que Bica inaugurou a sua discografia pessoal – foi em 1996, o álbum chamou-se Azul e o grupo também. Com Frank Möbus na guitarra e Jim Black na bateria, o português criou a montra ideal para as suas composições. A formação manteve-se, amadureceu uma identidade musical, que se confunde já com a do próprio Bica. Esta empatia musical entre os músicos é uma das características mais fascinantes de AZUL. Neste concerto, o trio celebra 30 anos de liberdade e criatividade.